Uma rede de cuidado, escuta e ação

Agentes de Proteção da Infância

Uma experiência para reconhecer perfis de proteção, engajar participantes em missões e conectar pessoas aos grupos certos de mobilização.

Você sabia?

Esse é o Brasil que você quer?

68 milhões de brasileiros adultos já foram vítimas de violência sexual, geralmente na infância. Fonte: Datafolha / Instituto Liberta

Mapa de alertas

“Hoje a violência está dentro das casas, nas telas de celulares, tablets e computadores.”

O crime migrou para o digital e alcança vítimas cada vez mais novas.

Precisamos de você para mudar isso Se cada adulto se tornar um protetor da infância nós mudaremos esse cenário

Perfis

Formas diferentes de proteger

Símbolo AGENTE PREVINE

AGENTEPREVINE

Eu protejo antes que o risco aconteça

  • PesquisarIdentifica riscos e padrões
  • EducarLeva informação e consciência
  • Levantar evidênciasTransforma dados em proteção
  • Construir soluçõesCria projetos e políticas públicas eficazes
Símbolo AGENTE RECONHECE

AGENTERECONHECE

Eu vejo o que muita gente ignora

  • ObservarPercebe sinais e contexto
  • AnalisarEntende padrões e identifica riscos
  • CompreenderConhece direito e marcos legais
  • EncaminharAtiva a rede de proteção
Símbolo AGENTE ACOLHE

AGENTEACOLHE

Eu escuto para proteger

  • EscutarOuve sem interromper
  • AcolherRecebe com empatia e respeito
  • OrientarAjuda a entender e a decidir
  • ConectarEncaminha para a rede certa
Símbolo AGENTE DENUNCIA

AGENTEDENUNCIA

Eu não deixo o silêncio vencer

  • IdentificarPercebe sinais e suspeitos
  • RegistrarReúne informações com segurança
  • AcionarEncaminha para a rede certa
  • AcompanharGarante que a denúncia não seja ignorada
Símbolo AGENTE CONVOCA

AGENTECONVOCA

Eu chamo mais gente para proteger

  • ComunicarTransforma informação em mobilização
  • MobilizarEngaja pessoas e comunidades
  • ConectarUne redes e instituições
  • OrganizarCria ações e eventos que geram impacto

Triagem de campo

Deixe de ser um espectador e se torne um agente de proteção das infâncias e adolescências

Autorizado
Arquivo // Triagem de campo Uso em recrutamento

Triagem de Campo

Protocolo de identificação: qual protetor vive em você

Nós estamos em todos os lugares. Estamos sempre observando. Sempre que é necessário, um grupo de pessoas comuns é convocado para defender a infância.

Um desses cinco vive em você. Talvez você nunca tenha reparado. Nós reparamos.

A seguir, sete situações. Não existe resposta certa. Responda com o seu primeiro instinto.

Triagem concluída // identificação confirmada

Seu tipo é seu posto no time, não seu limite. Todo agente cumpre missões, mas cada perfil revela uma força principal de proteção.

Criar carteirinha

Carteirinha

Identidade de agente

Dados do participante

QR code para agentesdeprotecao.com.br CRIE SUA CARTEIRINHA EM: agentesdeprotecao.com.br Insígnia do perfil
Agente de Proteção

Escreva aqui

Especialidade: Escreva aqui
REGIÃO Escreva aquiEscreva aquiBrasil
Agente Acolhe Eu escuto para proteger

Rede em movimento

Agentes pelo mundo

Conheça onde a rede de Agentes de Proteção da Infância já está presente.

Sobre nós

Surgimento

Arquivo de origem // anos 1970

A única coisa que se sabe da criação dos Agentes de Proteção à Infância é que aconteceu no meio dos anos setenta, num tempo em que sumir era comum e perguntar era perigoso.

O único relato de que se tem notícia é uma colcha de retalhos de versões, às vezes convergentes, às vezes divergentes.

Versões de uma mesma origem.

Ninguém sabe ao certo quem começou. Cada relato aponta para pessoas comuns que decidiram não ignorar o que estava diante delas.

Dentro do sistemaUns contam que a origem é um grupo de pessoas que trabalhavam dentro do sistema de proteção — conselheiros e assistentes que cansaram de ver casos caírem nas frestas da burocracia.

Nas sombrasOutros dizem que um grupo de policiais começou a agir nas sombras, como forma de agir mais rápido, longe dos olhos controladores — e omissos — da supervisão.

Nas escolasOutros ainda dizem que se tratava inicialmente de um grupo de professoras do sistema público que se cansaram de ver alunos e alunas sofrerem sem fazer nada.

Entre adolescentesOutra versão conta que foram os próprios adolescentes que, sentindo-se indignados e sozinhos ao ver colegas em situação de violência, decidiram agir.

Na vizinhançaHá ainda uma versão que conta que um grupo de vizinhos de um bairro afastado de São Paulo decidiu que algumas coisas não eram mais aceitáveis.

Sem nome.
Sem sede.

Independentemente da origem da história, um ponto em comum é que o grupo passou a se coordenar e agir para cobrir o que os canais oficiais daquela época deixavam passar. Com o tempo, virou rede nacional e depois ganhou correspondência internacional. Nunca buscaram holofote. A eficiência deles — até hoje — depende de ninguém saber que existem.